sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

VIDA

Leve, breve destemida,
às vezes vazia se vê,
num rastro de brisa fria,
A contar sua poesia.

Anseio, começo e fim
A dor de viver tão pouco
Errando,vendo sentindo
Vai pairando sem medida
A infinidade da lida.

Abraços vindos-passado
Enlace sem laço- nó
Um vôo alento e sem rumo
vida louca , dessabor
Arte do artista- criador
que um dia vai virar pó.
Mariza Lima

BESTEIROL

CONSOLO: VOCÊ SÓ PERDE AQUILO QUE TEM !!!

BESTEIROL-PT

UMA BRINCADEIRINHA COM O PT QUE AMO MUITO !!!
ASáguas vão rolar...Abicalados eles vão ter que ficar...Tô puto a Vera e não me ilúdio... falo Séris, não voto mais !!!
L. R.

BESTEIROL

A FELICIDADE É UMA ILUSÃO QUE VOCÊ CRIA- VIVE E SE ALIMENTA DELA - FINGE, O TEMPO TODO, QUE ELA EXISTE !!!

FALO SÉRIO

DEUS VEM TE AJUDAR SEMPRE NA HORA CERTA: ÀS VEZES ANTES , NUNCA DEPOIS !!!

AMAR


AMARra sua vida, atrela a outra,
Perdida a pisar sem rumo-norte
Doce dessabor de vagar- viver
Pudera assemelhar a nuvem negra
Que vive de passagem, nunca chega.

AMARga desventura de se ter
o tudo,o nada : ganhar - perder
De brisa, de tormento- sobrevive.
É ver sua vida de partida
e presa a um nada , sem saída.

AMARras sem corrente,que prende,
Te faz dizer o que não sente,
Sentido sem razão, sem ter, sem ver
É vento que sopra- vem do céu,
Armadilha do demônio -puro fel.

Mariza Lima

POEMA POSSÍVEL SOBRE A VIDA .

Todos queremos a vida como um vôo pássaro
a asa apenas carregada ao vento.
E a qualquer tempo bastando um movimento
e mudamos tanto a altura como o norte
Querência de vagar assim à própria sorte
sem imaginar o futuro bem à frente.
Mas de repente, não mais que de repente,
tudo muda.
Um vento mais forte chega e perturba
o vôo antes calmo e sem perigo
Talvez um trovão anuncie tempestade
e traga o medo ao peito destemido,
em meio à chuva que exige abrigo.
E é preciso parar todos os planos
mudar a rota e voltar de novo ao ninho,
forçando o parar a qualquer custo,
até que a bonança volte novamente.
A vida é um contexto de surpresas
algumas repletas de belezas,
outras plenas de tristezas,
mas que passam depressa,
como um susto.

Cícero Cavalcanti